A HISTÓRIA DOS INCENSOS

O uso do Incenso é algo tão antigo quanto a própria história da humanidade. Quando o homem descobriu como usar o fogo, percebeu que algumas plantas, cascas, folhas, resinas, raízes e flores exalavam aromas diferentes quando colocadas na brasa.

Antigamente o Incenso tinha um grande significado espiritual, e era um presente digno aos reis e sacerdotes, valendo tanto quanto o ouro.

Originalmente os Incensos são preparações feitas a base de materiais naturais, que liberam fumaça quando são queimados no fogo ou na brasa.

Há muitos relatos dos povos antigos e seus usos de diferentes tipos de Incenso. No Antigo Egito eram utilizados diversos tipos de resinas e plantas em seus Incensos, eles eram especialistas neste tipo de preparo e o mais conhecido de todos até hoje é o Kyphi, uma mistura de vários ingredientes, sendo que sua receita original se diferenciava entre as famílias que o produziam, e suas receitas são até hoje secretas. Este Incenso para ser produzido era realizado com um ritual secreto, acompanhado de cânticos sagrados.

Os Incensos no Antigo Egito eram utilizados em rituais, cerimônias, em oferendas aos Deuses diversas vezes ao dia, em práticas de cura, e em muitas outras circunstancias. Algumas resinas eram colocadas junto com as múmias para conservar os corpos, e também se acreditava que elas ajudariam no momento da morte ou da passagem do espírito para o mundo espiritual.

Já a cultura chinesa desde os tempos neolítico já utilizava os Incensos compostos de plantas e resinas em seus rituais e cerimônias.

O uso dos Incensos também está muito presente nos rituais da igreja católica, onde o principal livro é a Bíblia, sendo que são inúmeras plantas citadas em todos os textos, além de algumas receitas de oferendas ao mundo espiritual. O Incenso é um dos elementos utilizado antes das orações e das missas, sendo um símbolo de fé e de comunicação com Deus.

A defumação e o uso dos Incensos é considerado uma das mais antigas formas de limpeza e purificação, símbolo de festividade, de honra, respeito ou sacrifício. O uso dos Incensos tem sido parte de várias tradições religiosas, do cristianismo ao hinduísmo, dos índios americanos aos monges budistas do Tibet, dos mulçumanos aos africanos, é um instrumento usado para orações, meditação, oferendas, para neutralizar maus odores e em cerimônias espirituais.

Os Incensos são utilizados para 4 finalidades:

  • Como ferramenta de uso espiritual – em cerimônias, e práticas espirituais, usados para finalidades diversas como cura, limpeza, purificação, proteção, harmonia, conexão espiritual, prosperidade e amor.
  • Como meio de oração – o Incenso era e ainda hoje é visto como uma ferramenta para as orações, pois, a sua fumaça ascendente leva os pedidos aos Deuses e Deusas, e o seu aroma agradável agradaria aos Deuses, o qual não recusariam o aroma e os pedidos dos humanos que ofereceram.
  • Meio de neutralização – o Incenso era queimado para mascarar ou neutralizar o mau cheiro, e era utilizado em funerais e imolações de animais, assim como durante as doenças que assolaram a Europa e Ásia no passado.
  • Meio de influência (inter)humana – o aroma e as vibrações dos Incensos sintonizam  aquele que o queima com a finalidade desejada. O aroma e as vibrações despertam sensações e lembranças, sintonizando a mente com os objetivos propostos, influenciando o estado de ânimo das pessoas que se encontram no ambiente onde ele é utilizado.

Esperamos que essa informação contribua com você. Dúvidas ou sugestões deixei seu comentário abaixo, e siga a gente em outros canais e redes sociais.

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